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domingo, 22 de março de 2009

*Sonho meu...


Depois de sonhar e babar na frente do pc, finalmente realizaria meu maior sonho, de frente com Chuck Bass.

GB- Olá, Chuck. Nós sabemos que você estuda e convive com a mais alta sociedade de Manhattan. Lá, as garotas mais lindas estão aos seus pés. O que você acha disso?
CB- Nada em especial. Estou acostumado a ter tudo que quero num estalar de dedos. Não existe nada que não possa ter.
GB- Hm.. bom pra você ( risos)! Mas e a Blair Waldorf? Com ela você não tem tanta facilidade.
CB- (risos irônicos) Isso é o que ela pensa. Na verdade, a “dificuldade” foi uma invenção minha para variar os ares. A sedução já virou lugar comum no Upper East Side. Blair está em minhas mãos (e no meu quarto) num estalar de dedos. E isso, jurando que é ela que está no comando. É simplesmente irresistível!
GB- E o que uma garota comum, como eu, precisa fazer para entrar numa limusine com o Chuck em pessoa?
CB- Você? Comum? Na verdade, existem 3 coisas na vida que eu dou valor. A limusine é uma delas. Mas alguém como você não precisaria de muita insistência.
GB- Na verdade estou indo pro seu bairro. Que tal uma carona? :X

Continua...

*Entrevista dos sonhos de Gaby. Com o final perfeito x)

segunda-feira, 16 de março de 2009

Copie com moderação


Na natureza, nada se perde, nada se cria...... tudo se copia. Sou aspirante à publicitária, e em minha profissão já ouvi muito de colegas frustrados/revoltados essa frase. Na verdade, se formos analisar com detalhes, nada nem ninguém é totalmente híbrido. Mas isso não quer dizer que saímos todos uns imitando os outros pelo simples prazer de copiar. Pelo menos, não na minha opinião. O que existem são influências e afinidades: não é chocante que eu tenha o mesmo gosto musical de minha melhor amiga, afinal, se discordássemos, talvez nem amigas seríamos. Por outro lado, eu sei que não vivo num conto de fadas. É óbvio que existem aquelas sombras que ficam só esperando você cortar o cabelo para correr pro seu cabeleireiro. E também existem aqueles que precisam aparecer, e por isso colocam abacaxis na cabeça. Mas tantos já estão usando aquele mesmo abacaxi, não é? Para mim, as pessoas deviam desencanar tanto da “culpa” de copiar o que admira, quanto da fixação por copiar os outros. Afinal, “o que é bonito é pra se copiar”, mas se todos fôssemos tão “bonitos”, quem iria se sobressair?

Capricho: Todos nascemos originais e morremos cópias?

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Eles que são felizes

Desde que me entendo por gente, me lembro de dizer que se pudesse escolher, seria homem. Tudo é muito mais fácil para o outro sexo. Quem quer saber como um menino está sentado à mesa? Quem olha se sua perna está depilada ou até mesmo cruzada? Ninguém está nem aí. Se um garoto resolve sair pra balada aos 13 anos, sua família solta fogos por ele ser enturmado e paquerador. Já os pais da menina, diriam que só depois dos 18 anos e “se comporte bem”! Além do fator pressão, temos a aparência. Vamos ser sinceras, é muito mais cômodo ser homem: ninguém liga se você está vestindo apenas uma regata, por causa do calor. Ninguém se importa nem se você está usando uma camisa, de fato. E o cabelo? Homem não precisa dar chapinha, nem escova e nem se preocupa com chuva. Se forçar um pouco, nem de pente eles precisam. Isso, fora aqueles clichês em que nós saímos perdendo: somos nós quem sofremos com cólicas e tpm’s mensalmente e que passamos 9 meses engordando até explodir, ganhando estrias e enjôos. Faça as contas. No fim, sairíamos ganhando sendo homem.

Capricho: "Se eu fosse homem por um dia, eu..."

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009


em 2005 passei no vestibular e confesso que fiquei bastante ansiosa por um trote... Aqui em Pernambuco, pelo menos até onde eu sei, trotes são, assim como o nome supõe, uma mentirinha contada pra divertir. Entrar na sala "vestido" de professor e dar milhões de exercícios e provas... pedir dinheiro para a "xerox de um livro", que na verdade será uma festa. Esses são exemplos de trotes legais e inofensivos. Agora em algumas faculdades, os veteranos se aproveitam desse momento para "se soltar" e mostrar sua "superioridade". Só essa semana, pude ver no noticiário diversos casos de violência em trotes: queimaduras, comas alcóolicos e até uma garota estuprada.
Qual exatamente é o ponto em que esses veteranos querem chegar? Onde está a diversão? O que deveriam ser boas vindas, acaba virando trauma e até caso de polícia. Totalmente inconsequente e sem sentido. Eu não tive meu trote, mas os meus calouros não preciarão ter medo passar no vestibular.

Capricho:
Trotes universitários: qual o limite entre o rito de passagem e o ritual de violência?

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

"To do in 2009" list ...

1- Me obrigar a ser criativa
2- Treinar o japones, o inglês, o espanhol e o francês
3- Amar, como se não houvesse amanhã ;)
4- Make money ($)
5- Todo mês, fazer pelo menos 1 coisa que eu nunca tenha feito*


*(baseado em Phebe, de Friends)


e, 6°, cumprir tudo isso, né?
e vocês, o que vão fazer em 2009?

=**** Feliz ano novo _o/
xoxo


Capricho: o que você promete fazer em 2009?